domingo, 14 de junho de 2009

IMUNIZAÇÃO

Meus Irmãos,

Vivemos tempos em que uma simples doenção pode se trasformar em uma pandemia, devido a grande facilidade que os homens tem de se locomoverem por todo o mundo em questão de horas.

Assim nossa cuidadosa espiritualidade nos trouxe o grandioso trabalho da Imunização. Devemos vibrar por nossos irmãos que estão passando por esta porta estreita e agradecer a Deus por termos ao nosso alcance tamanha graça desse ritual.

Sabemos que este trabalho é aberto a qualquer um que queira passar, mesmo os que não fazem parte de nossa doutrina.

OMS eleva nível de gripe suína e declara pandemia
Do Diário OnLine Com Agências

A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou oficialmente nesta quinta-feira o nível máximo de alerta para a gripe suína, o que representa a primeira pandemia do século 21. A última pandemia oficial foi declarada em 1968.
"O vírus não pode ser retido", destacou a diretora da OMS, Margaret Chan. "Decidimos passar da fase 5 para a fase 6", afirmou em entrevista à imprensa.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um apelo à comunidade internacional para manter a calma e prometeu trabalhar com os governos e a OMS para "garantir uma resposta mais coordenada e eficaz possível". "Nossa melhor resposta é uma demonstração firme de solidariedade".
De acordo com um comunicado oficial enviado aos seus membros, a OMS afirmou que neste estágio inicial, a pandemia pode ser caracterizada como sendo moderada em sua severidade.
Mais cedo, o governo sueco havia se adiantado à confirmação da OMS, revelando a elevação do nível de alerta por meio de um comunicado.
A atual classificação da doença se deve ao fato de sua abrangência, e não da periculosidade do vírus. A decisão de passar do nível 5 para o atual nível 6 foi tomada depois que o número de casos aumentou nos Estados Unidos, na Europa, na América do Sul e em outras regiões.
A OMS já havia reconhecido que a declaração de uma pandemia era iminente. Nesta quinta, a organização convocou uma reunião de emergência devido ao recente aumento do número de casos da nova gripe.
Após o anúncio do novo patamar da nova gripe, a organização pediu que as nações não fechem suas fronteiras nem restrinjam viagens e comércio.
A diretora da OMS também pediu aos laboratórios que, assim que terminarem a produção das vacinas contra a gripe sazonal, comecem a produzir uma vacina contra o novo vírus A (H1N1).
"Os laboratórios agora já receberam a semente do vírus - o que irá permitir que comecem então a desenvolver a vacina. As primeiras doses contra a pandemia podem estar disponíveis em setembro, mas o suprimento será limitado", disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS, durante coletiva de imprensa.
Depois da entrevista de Margaret, o número dois da organização, Keiji Fukuda, disse que o vírus da gripe suína "circulará por todo o mundo durante um ano ou dois".
Segundo o mais recente balanço divulgado pela OMS na última quarta-feira, foram registrados 2.449 novos casos da gripe suína no mundo em apenas dois dias, sendo 1.283 no Chile, 173 na Austrália, 33 na Argentina e 331 no Canadá. Até o momento, são contabilizados 28.774 casos da nova gripe em 74 países e 144 mortes.

IMUNIZAÇÃO

Existem problemas nas comunidades que são causados pela ação de falanges ou até mesmo legiões de espíritos do Mundo Negro, causando enfermidades que, geralmente, acometem crianças e adolescentes, uma vez que estes não têm seus plexos suficientemente desenvolvidos para resistir a estas cargas negativas.
Essa ação visa satisfazer aqueles espíritos que, além de se alimentarem com as cargas de baixo padrão vibratório geradas pelo pânico que provocam no povo, buscam abalar a fé daqueles que se desesperam por verem o sofrimento de suas famílias.
Por isso Pai Seta Branca instituiu o trabalho de Imunização, que estabelece uma barreira energética no plexo dos pacientes, evitando a ação daquelas forças negativas e protegendo-os das enfermidades.
O trabalho de Imunização é detalhado no Livro de Leis.
Com a eclosão, em abril/2003, da pneumonia asiática, transmitida por vírus muito resistente e com elevado número de casos fatais, ameaçando tornar-se uma epidemia mundial, a Espiritualidade nos alertou para o fato de que, somente pela imunização, com a força de nossa Corrente, poderíamos proteger adultos e crianças desse terrível mal. (Retirado do acervo Tumarã ano de 2006)

Temos este ritual no Templo Mãe nas quartas e sábados nos horários das 17h.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

PRÍNCIPES MAYAS ELEVADOS

Salve Deus!
Irmãos de jornada, segue lista dos trabalhos onde os Príncipes Mayas podem participar.

Esta lista foi feita devido a grande dúvida que ficava quando nós fazíamos a Elevação de Espadas.

De qualquer forma mesmo os Príncipes que não Elevaram podem participar das cortes que temos no Amanhecer, com a exceção das cortes que sabidamente que não fazemos parte.

Devemos além de nos atentar, não somente para os locais onde podemos participar com o requisito consagrações, mas também para o quesito idade.

Crianças de até 14 (quatorze) anos não podem permanecer de indumentária, após às 18h sem a devida supervisão de um responsável. E mesmo com um responsável devemos usar o bom senso e não abusar das condições físicas dos pequeninos.

Quaisquer outras dúvidas favor nos escrevam.

Salve Deus!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

1 de Maio de 2009 - Mestre Gilfran


Livro sobre os Símbolos na Doutrina do Vale do Amanhecer.


Companherios de jornada Salve Deus!


Foi lançado o livro "Símbolos na Doutrina do Vale do Amanhecer", onde os filhos de Tia Neiva - Gilberto, Carmem Lúcia, Raul e Vera Lúcia - não mediram esforços para que ele existisse.


Devemos agradecer principalmente a Tia Lúcia e a Tia Vera, sendo elas as coordenadoras desse projeto.


Esse livro preenche o vazio que tínhamos a respeito de nossos símbolos e em muitos sobre a padronização dos mesmo. Agora temos os parâmetros e as indicações para que tenhamos uma doutrina uniforme e padronizada, conforme deixada por Nossa Mãe Clarividente.


Salve Deus!

Jornal do Jaguar

Salve Deus Irmãos,

Saiu a nova edição do Jornal do Jaguar.

Tendo como tema principal O Doutrinador!

Após longos dois anos sem que pudêssemos contar com este meio de comunicação que uni todos os irmãos de doutrina e que nos tráz sempre muita informação e esclarecimento sobre nosso querido Vale do Amanhecer.

Os Irmãos dos Templos do Amannhecer juntamento com os do Templo Mãe tem neste veículo grande oportunidade de congregação e harmonia.

Segue o link: http://www.bibliotecadojaguar.net/JJaguar09.pdf

Salve Deus!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A Profecia Maia: uma transformação do sol

A Profecia Maia: uma transformação do sol

Dezembro de 2012 marca o fim de um ciclo definido pelo calendário Maia. Muitos acreditam que isso se traduzirá em desastres e cataclismas naturais - algo muito próximo da concepção cristã do Juízo Final. Outros acreditam que essa data marcará o fim da ênfase materialista da civilização ocidental. De qualquer modo, as especulações sobre a natureza dessa previsão estão se aproximando cada vez mais da ciência, mais particularmente das transformações que ocorrem ciclicamente com as irradiações solares. DÉBORA F. LERRER


Pirâmide das Inscrições, onde fica a tumba de Pacal, em Palenque, no México

O que você acharia se alguém lhe dissesse que Deus está no centro da galáxia, de onde emite ordens que nos são transmitidas através dos raios solares? Essa era a idéia que os maias faziam de Deus, a quem chamavam de Hunabku - e diziam ser a energia radiante existente no núcleo da Via Láctea. Segundo eles, Hunabku se comunicaria com a Terra pela radiação galáctica transmitida para nós através do Sol. O Sol, portanto, não seria apenas a fonte e o sustentáculo da vida, mas também o mediador da informação que chega até ele de outros sistemas estelares através da energia radiante.

Embora a ciência moderna nunca tenha abordado esse assunto tal como os Maias o fizeram, recentemente os físicos se deram conta da influência de radiações que atravessam a galáxia. A astrofísica atual descreve essas radiações como ondas de densidade que varrem a galáxia e influenciam a sua evolução. O nascimento do nosso Sol, por exemplo, foi resultado dessa onda. Na realidade, toda a formação estelar deve-se, em princípio, a essa radiação, demonstrando que a galáxia é um organismo envolvido em sua própria evolução. E mais: esta radiação galáctica também está comprometida com a evolução da Terra e da vida. As radiações de densidade vêm se espalhando pela galáxia nesses 4,55 bilhões de anos de existência do Sol - e, toda vez que atravessam a nossa estrela, alteram sua dinâmica e também a energia radiante que banha o nosso planeta. Muitos acreditam que essas diferentes radiações conseguirão explicar como o desenvolvimento da vida na terra foi se moldando. "Cada vez mais compreenderemos que o formato das folhas das árvores, por exemplo, foram moldados não apenas por seleção natural aqui na Terra, mas pela ação da galáxia como um todo", acredita o físico e matemático Brian Weimme, autor do prefácio ao livro Fator Maia, de José Argüelles, os mais famoso dos divulgadores da profecia Maia.

Astrônomos proféticos
Mais antiga das civilizações pré-colombianas, os Maias floresceram entre os séculos II e IX da nossa Era, ocupando as planícies da Penísula de Yucatán, onde hoje fica o México, quase toda a Guatemala, a parte ocidental de Honduras, Belize e regiões limítrofes. Eles constituíam povos que falavam línguas aparentadas e elaboraram uma das mais complexas e influentes culturas da América. Enquanto a Europa mergulhava na Idade das Trevas, os habitantes da América Central estudavam astronomia, tinham dois calendários - um solar de 365 dias, o Haab, e um sagrado de 260 dias, o Tzolkin - e um sofisticado sistema de escrita por hieróglifos.

Por volta do ano 900, o antigo império Maia começou a sofrer um declínio de população, e seus suntuosos centros urbanos foram abandonados por motivos até hoje misteriosos. Seus habitantes voltaram à vida simples nas aldeias no campo, onde seus descendentes vivem até hoje. Alguns estudiosos atribuem o abandono das cidades à guerra, insurreição, revolta social, seca. Mais recentemente, surgiu a teoria de que eles abandonaram seus centros devido a alterações nas radiações solares. No século XIII, quando o norte se integrou à sociedade tolteca, a dinastia Maia chegou ao final, muito embora alguns centros periféricos sobrevivessem até a conquista espanhola, no século XVI. Os Maias clássicos eram um povo embriagado de objetivos culturais diferentes dos nossos. Onde os modernos cientistas detectaram experimentalmente os efeitos físicos das radiações de densidade que varrem toda a galáxia, os Maias procuravam detectar experimentalmente radiações de diferentes forças que influenciavam não só o nascimento e a atividade das estrelas, mas o nascimento e a atividade das idéias. Portanto, enquanto os cientistas modernos desenvolveram um modo de consciência que lhes permite expressar os efeitos físicos dessas radiações, os maias desenvolveram uma consciência que lhes possibilitava expressar os efeitos psíquicos dessas radiações.
Máscara mortuária do Rei Pacal

Os Maias clássicos eram um povo embriagado de objetivos culturais diferentes dos nossos. Onde os modernos cientistas detectaram experimentalmente os efeitos físicos das radiações de densidade que varrem toda a galáxia, os Maias procuravam detectar experimentalmente radiações de diferentes forças que influenciavam não só o nascimento e a atividade das estrelas, mas o nascimento e a atividade das idéias. Portanto, enquanto os cientistas modernos desenvolveram um modo de consciência que lhes permite expressar os efeitos físicos dessas radiações, os maias desenvolveram uma consciência que lhes possibilitava expressar os efeitos psíquicos dessas radiações.

Esse povo da América Central acreditava em ciclos recorrentes de criação e destruição e pensavam em termos de eras que duravam cerca de 1.040 anos. Para eles, nós estamos vivendo na quarta era do sol - sendo que, antes da criação do homem moderno, existiram três eras anteriores, destruídas por grandes cataclismas. A primeira era teria sido destruída pela água, depois de chover sem parar, coincidindo com o mito do dilúvio. O segundo mundo teria sido destruído pelo vento e o terceiro pelo fogo. O quarto mundo, o que nós vivemos hoje, de acordo com as profecias do rei-profeta Maia Pacal Votan, será destruído pela fome, depois de uma chuva de sangue e fogo. Talvez não por acaso, a tumba desse rei, encontrada em 1952, fique em uma das mais belas e importantes ruínas desta civilização: a cidade de Palenque, localizada justamente em Chiapas, estado onde os descendentes dos Maias formaram o EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional) e se insurgiram, em 1994, depois de séculos de humilhação e pobreza.

Segundo a cronologia Maia, a era atual começou em 10 de agosto de 3113 a . C., data que marca o Nascimento de Vênus, e deve terminar em 22 de dezembro de 2012, quando esta estrela "morrerá" simbolicamente, ou melhor, segundo o Skiglobe (programa de computador que indica o movimento astronômico), desaparecerá por traz do horizonte ocidental, no mesmo instante em que as Plêiades nascerão a leste.

Importante dentro do calendário Maia, essa data fechará um ciclo de cerca de 5.125 anos e dá pano para manga de inúmeros prognósticos. Os adeptos das visões mais catastróficas acham que essa data marcará o fim do mundo, o juízo final e coisas afins. Outros, como o jornalista e crítico de arte Alberto Beuttenmüller, consideram que essa data marcará o fim de um tipo de mundo, o que por definição pode ser várias coisas: o fim da hegemonia dos Estados Unidos, o fim do trabalho como nós conhecemos hoje, o fim do dinheiro, e até mesmo catástrofres naturais. "O tempo dos Maias não era imediatista. As transformações não vão acontecer de uma hora para outra. Elas já vêm acontecendo desde 1988", diz Beuttenmüller, autor de A Serpente Emplumada, da editora Ground, segundo romance de uma trilogia dedicada às profecias Maias. Para ele, a queda abrupta do regime soviético, em 1989, pode ser resultado desse fenômeno. "Depois de tantas batalhas, o comunismo acabou quase que por decreto. Para impor aquele governo, mataram tanto e, de repente, parece que decidiram simplesmente parar de brincar de comunismo", diz.

Beutenmüller compartilha da hipótese de Maurice M. Cotterell - um dos autores do livro As Profecias Maias, da Editora Nova Era - de que todo esse processo que, para ele terá seu ápice em 2013, será provocado pelo sol.

De fato, sabemos que a vida na Terra depende da luz solar, mas o sol transmite para cá muito mais do que luz. Ele irradia também raios cósmicos através do espectro eletromagnético. Estes potentes raios têm o poder de transformar átomos e poderiam matar toda a vida na terra, se não existisse um escudo protetor na atmosfera. Embora, apesar dos rombos na camada de ozônio, eles ainda não destruam, esses raios provocam reações nucleares na atmosfera. Eles transformam os átomos de nitrogênio que a compõem, em uma forma mais pesada de carbono, cujo peso fica 14 (C14), ao invés dos 12 (C 12) normais. Embora comporte-se como o carbono comum, que existe em profusão na atmosfera e é importante para a vida, o C 14 é radioativo. Em alguns momentos de alta atividade solar, que geram muitas manchas no sol, essa radiação solar diminui. Em outros, onde há menos atividade do sol, e menos manchas, essa irradiação solar aumenta. Ao determinar a regularidade dos ciclos de aparecimento e desaparecimento de manchas, Cotterell deu-se conta de que todos os momentos de apogeu de alguma grande civilização coincidiram com o aumento de atividades das manchas solares, e o declínio, com uma inversão solar.

Desta maneira, o declínio da Civilização Maia, cujas belas cidades foram inexplicavelmente abandonadas no século IX, poderia ter alguma vinculação com o fato de que o campo magnético solar e as manchas solares se inverteram exatamente nesta época. O fenômeno provocou infertilidade e mutações genéticas na Terra e teve efeitos mais severos nas regiões equatoriais. Segundo Beutenmüller, um dos filhos do rei-profeta Pacal, dono da famosa tumba encontrada em Palenque, nasceu com seis dedos em cada mão.

Códice sobrevivente dos Maias

Os Maias adoravam o sol como deus da fertilidade. Segundo Maurice Cotterell, há várias evidências de que o sistema endócrino das mulheres privadas de sol durante grandes períodos sofrem grandes alterações, afetando severamente a produção de estrogênio e progesterona, hormônios vinculados à fertilidade e à menstruação, e a produção de melatonina, o hormônio da "sincronização", vinculado ao biorritmo.

Provando essa teoria, há um artigo publicado na revista New Scientist, em junho de 1989, sobre a dependência endócrina em função da radiação solar. Stefania Follini, uma projetista de interiores, passou quatro meses em uma caverna no Novo México. Seu dia tinha a duração de 35 horas, intercalado com períodos de sono de aproximadamente dez horas. Ela perdeu 7, 7 kg e houve interrupção de seu ciclo menstrual. Follini também pensou ter passado somente dois, e não quatro meses, dentro da caverna.

Além das deformações genéticas e da alteração na fertilidade feminina, as atividades das manchas solares também podem ter causado uma pequena era glacial que provocou uma grande seca na região dos Maias, ocasionada pela redução do volume de água evaporada dos mares. Uma das provas de que os Maias sabiam dessas alterações na irradiação solar é o calendário sagrado Maia, de 260 dias, cujo fim de ciclo se relaciona exatamente com a superposição dos campos solar e equatorial do sol.

Além disso, cálculos demonstram que o ciclo de manchas solares é de 68.302 dias, e que após 20 ciclos (20 x 68.302= 1.366.040 dias) o campo magnético da lâmina neutra solar se inclina. A Terra tenta alinhar seu eixo magnético com o do sol e também se inclina - o que pode causar catástrofes de dimensões gigantescas no nosso planeta.

Ernst Förstemann, funcionário da biblioteca de Dresden (Alemanha) que em 1880 estudou um dos códices Maias guardados nesta biblioteca - o Dresden Codex - achava que a cadeia de dias organizada pelo calendário sagrado não correspondia a nenhum ritmo celeste - embora também lhe chamasse atenção o número 1.366.560 e a chamada "data de nascimento de Vênus", então fixada em 10 de agosto de 3113 a. C.. Cotterell, no entanto, observou que contando o número 1.366.560 a partir do início do calendário Maia, chegaremos perto do ano de 627 - segundo ele, o centro exato do desvio magnético solar e período de baixa atividade das manchas solares, que teria causado o declínio Maia. Esse estudioso concluiu que o planeta Vênus deve ter sido monitorado justamente para auxiliar o acompanhamento dos ciclos de manchas solares, porque esperavam a reversão após 20 ciclos, como de fato aconteceu, embora com uma certa diferença de dias: 1.366.040 é o cálculo científico e 1.366.560 o cálculo dos Maias, feito a partir do acompanhamento da trajetória do planeta Vênus. Essa mudança de direção do campo magnético solar, que acontece cinco vezes em cada ciclo cósmico, é o que, para muitos, abalará o eixo da Terra, que ficará sujeita a terremotos, enchentes, incêndios e erupções vulcânicas. O próximo fim de ciclo ocorrerá em 2012, quando começará o quinto mundo, considerado muito perigoso pelos Maias. Na realidade, esse ciclo já começou em 1988, considerado por Argüelles o primeiro ano da profecia. A partir de 2012 essa profecia ficará mais intensa, mais eficaz. Mas não precisamos necessariamente embarcar nas previsões de Cotterell, que acha que a humanidade não escapará de enfrentar enormes cataclismas. Para o físico Stephen Hawking, a humanidade é a responsável - e não irá cumprir mais mil anos se o planeta continuar aquecendo como vem ocorrendo.

Com catástrofes ou não, começamos a entender que a chamada adoração ao Sol, tal como é atribuída aos antigos Maias, era, na realidade, o reconhecimento de que o Sol transmitia a eles muito mais do que luz e calor.
Cobertura da tumba do rei Pacal
Mudança de calendário
Professor de estética e história da arte, o norte-americano José Argüelles passou a infância no México, e desde muito jovem foi atraído ao estudo da cultura Maia, mais precisamente de seu calendário sagrado, o Tzolkin.

Para ele, o ano de 2012 não será assim tão sombrio. Em seu livro O Fator Maia, da Editora Cultrix, Argüelles explica que chegamos agora ao último ciclo de ativação galáctica, que na matemática perfeita dos Maias irá de 1992 a 2012, ano que assinala para a humanidade o início de um período de regeneração, com o surgimento de tecnologias não-materialistas e ecologicamente harmônicas. A partir de seus estudos, Argüelles propõe que a humanidade comece a agir em sincronia com o centro da nossa galáxia, trocando o calendário gregoriano pelo calendário das 13 luas. Sua proposta de calendário é inspirado no calendário solar Maia, o Haab. Com 365 e mais cinco dias aziagos, o Haag é o calendário mais próximo do nosso ano solar moderno de 365,25 dias.

O Haab compreendia dois períodos distintos: O Tun = 360 dias divididos em 18 meses de 20 dias O Xma Kaba Kin = 5 dias (considerados azarados) Atualmente, no calendário gregoriano, temos que acrescentar um dia no mês de fevereiro a cada quatro anos para mantermos nossos registros de tempo conforme o período solar. Os "anos bissextos" compensam as discrepâncias anuais de 4 x 0,25, acumuladas entre cada ajuste "bissexto". Não se tem notícia que tal compensação tenha sido efetuada pelos Maias. Argüelles também propõe que as pessoas passem a adotar um calendário lunar, composto por 13 meses de 28 dias cada. Esse calendário formará um ano de 364 dias. Para completar 365, Argüelles propõe que exista um dia "0", sem nome ou data, que seria dedicado à meditação. A premissa para a proposta do Calendário das 13 Luas é que, na visão de Argüelles, o calendário gregoriano constitui uma freqüência de tempo artificial que seria a responsável pela alienação do homem da natureza e pela criação de uma civilização materialista dominada pelo dinheiro e pelas máquinas. Para ele, a mudança de calendário redirecionará a humanidade para a freqüência de tempo da natureza, que é representada pelo biologicamente preciso calendário de 28 dias e 13 luas. De fato, a proposta dele é adequada ao ciclo lunar, pois cada ano solar possui 13 luas, cujo ciclo dura em média 28 dias. Além disso, ao contrário da crença corrente, uma mulher não fica grávida por nove meses e sim por nove luas.

A proposta de Argüelles também tem um sentido profético. Ele acredita que só mudando nosso calendário é que nós conseguiremos parar as atrocidades morais e o abuso do meio ambiente que hoje em dia vem sendo cometido em nome do desenvolvimento econômico. Empenhado em fazer com que o mundo adote seu calendário de 13 luas, Argüelles e a mulher, Lloydine, já chegaram até a visitar o Papa João Paulo II e o então secretário-geral da ONU, Boutros Boutros-Ghali, com essa proposta. Para eles, a mudança de calendário trará um período de paz e a harmonia para planeta. "Nós não podemos realmente esperar ter um novo milênio sem ter um novo tempo, e nós não podemos ter um novo tempo a não ser que tenhamos um novo calendário", diz Argüelles.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

ESTRELA CANDENTE

Queridos irmãos veja o que nossa Mãe Koatay 108 falou sobre a Estrela Candente e da grande importância desta celebração que muito pode beneficiar aqueles que ainda não sabem Amar.
(Retirados das Observações Tumarã edição de fevereiro de 2006).
· “O dia 26 de agosto de 1976 já estava clareando quando consegui arrastar para a Estrela dois espíritos, ex-obsessores de terríveis vibrações, que já tinham se aninhado no subsolo do Hospital Distrital, se aliando aos cobradores para conturbar os enfermos.
Às doze horas fui assistir à primeira Consagração. Tudo decorreu bem, até que, às três horas, uma avalanche de espíritos chegou com fúria, querendo o seu chefe.
Fizemos uma Escalada ou uma Consagração Especial, e lá se foram todos! Salve Deus! É o que fazemos nas Escaladas.
Pensem, filhos, na paz daqueles doentes após um trabalho como esse!”
(Tia Neiva, s/d)

· “Esta aula é a maior prova de tolerância e verdadeiro amor aos menos esclarecidos que Jesus nos deu. É a oportunidade de demonstrarmos a esses pobres e terríveis espíritos que, pela incompreensão, penetraram na nossa Estrela Candente, na ausência do Reino Central.
Hoje, dia 20 de agosto de 1976, o que aconteceu: o nosso amor, as nossas vibrações, transformaram em benefício toda aquela ira. Foram chamados para me destruir e nós os conduzimos a Deus, com todo o amor!
Deus lhes pague, meus filhos!” (Tia Neiva, s/d)

· “Mestres Luas, Aparás, vejam a maravilha que está acontecendo naquela Estrela Candente! Uma maravilha deste século - as Sereias! Elas não falam. Só emitem ectoplasma, só emitem Luz. Elas não vêm para orientar o Homem em sua conduta. Elas já encontram todos com uma conduta perfeita...
Assim somos nós, Aparás!" (Tia Neiva, 27.6.76)

· "O dia já estava clareando quando consegui arrastar para a Estrela dois espíritos, ex-obsessores de terríveis vibrações, que já estavam se aninhando no subsolo do Hospital Distrital, se aliando aos cobradores para conturbar os enfermos. Às doze horas fui assistir à primeira consagração. Tudo correu bem, até que, às três horas, uma avalanche de espíritos chegou, com muita fúria, querendo o seu chefe. Fizemos uma consagração especial, e lá se foram todos...
Salve Deus! É o que fazemos nas escaladas. Pense na paz daqueles doentes!"
(Tia Neiva, 26.8.76)

· “A Estrela Candente é cabalística e, nela, nós nos libertamos. Libertamo-nos porque emitimos a nossa energia, e este ritual cabalístico nos conduz o poder das Amacês e das Cassandras. (...)
Sim, filho, vamos iniciar tudo o que Deus nos deu e com o que temos um compromisso!
Sinta a Estrela Candente: aqui na Terra, é o maior trabalho de desobsessão cabalístico. Sim, filhos, algo para o que, hoje, meus filhos, já estão preparados!... (...)
A Estrela, com sua poderosa luz, paga o preço de sua Amacê, na responsabilidade de um ritual cabalístico que implica a força extraída de uma jornada no horário e da emissão de seus Comandantes.
A jornada é o desenvolvimento do plexo na formação de uma seqüência com o Comandante na cabine; faz-se a preparação, o envolvimento com as Sereias e com o Povo das Cachoeiras; mais uma jornada, que é a revisão final; e, por último, os Esquifes, os Tronos, que são o resultado da cultura geral. ” (Tia Neiva, .8.80)